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3 de jun. de 2016

Resenha 14# - Entre o amor e a vingança


Título: Entre o amor e a vingança
Série: O clube dos Canalhas – Vol.1
Editora: Gutemberg
Páginas: 303
Ano: 2015
Classificação:

 

Sinopse: Uma década atrás, o marquês de Bourne perdeu tudo o que possuía em uma mesa de jogo e foi expulso do lugar onde vivia com nada além de seu título. Agora, sócio da mais exclusiva casa de jogos de Londres, o frio e cruel Bourne quer vingança e vai fazer o que for preciso para recuperar sua herança, mesmo que para isso tenha que se casar com a perfeita e respeitável Lady Penélope Marbury.
Após um noivado rompido e vários pretendentes decepcionantes, Penélope ficou com pouco interesse em um casamento tranquilo e confortável, e passou a desejar algo mais em sua vida. Sua sorte é que seu novo marido, o marquês de Bourne, pode proporcionar a ela o acesso a um mundo inexplorado de prazeres.
Apesar de Bourne ser um príncipe do submundo de Londres, sua intenção é manter Penélope intocada por sua sede de vingança – o que parece ser um desafio cada vez maior, pois a esposa começa a
mostrar seus próprios desejos e está disposta a apostar qualquer coisa por eles…
…até mesmo seu coração.

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18 de abr. de 2016

Filmes - #3 Laranja Mecânica (Clockwork orange)

Créditos: http://pcwallart.com/clockwork-orange-poster-original-wallpaper-4.html
Falar sobre um clássico é sempre complicado, ainda mais quando se trata de uma obra icônica do gênio Kubrick. Mas sou corajosa e cara e pau o suficiente para isso. Preparados para um pouco de ultraviolência?
Videi bem:
O filme é uma adaptação do livro homônimo, escrito por Anthony Burgess. Li o livro ainda na adolescência, antes de ver o filme e achei este bem fiel à obra original. Muitos falam que a obra de Anthony é chata e complicada, mas não compartilho dessa ideia.
O filme conta a história de um grupo de jovens delinquentes liderados pelo Alex, personagem muito inteligente, sarcástico, sedutor, cínico e, claro, muito violento. Esse grupinho faz coisas adoráveis como: roubar, espancar mendigos idosos, estuprar e entrar em brigas de gangues. Parece familiar? Sim, e é o ponto que mais me chamou atenção em todo o filme: Toda a ultra violência se parece muito com o que vemos nos noticiários! É triste, mas o filme não choca tanto nesse quesito, pois a sociedade em que vivemos tem exemplos muito piores!
Créditos: http://www.planocritico.com/wp-content/uploads/2013/12/clockwork-orange-imagem-destacada.jpg
Dobi drugui
Eis que Alex é preso após ser traído pelos próprios colegas. Na prisão ele consegue fazer parte de um experimento que propõe retirar qualquer agressividade do prisioneiro. Ou seja, a pessoa é forçada a ser “boa”. O tratamento é considerado um sucesso e nosso querido Alex é solto nas ruas, incapaz de matar uma mosca. Claro que isso não dá o que preste...
Suas antigas vítimas viram algozes e se vingam de Alex, que não consegue se defender. Opa, mais familiar ainda, não? Parece até que adivinharam os inúmeros casos de pessoas fazendo justiça com as próprias mãos, espancando e até matando criminosos atualmente. E vendo o filme temos sentimentos contraditórios. Em parte, censuramos a atitude dos que perpetuam a violência e até rola uma peninha do Alex, mas essa não dura muito, afinal lembramos de todo o mal que ele fez apenas por diversão. Fica a questão: A vingança é só uma forma de reparar danos e fazer justiça, ou as pessoas querem principalmente liberar a própria violência e estão curtindo o momento tanto quanto o Alex curtia quando era violento?
Quanto ao final, deixo para vocês assistirem e decidirem se de fato o tratamento foi bem-sucedido.
Dentro e fora da okna
A história não se passa em um ano definido. A estética, carros e elementos como discos de vinil e fitas k7 lembram os anos 70. Mas o vocabulário esdrúxulo, certos cenários que parecem caos pós apocalíptico e o próprio experimento nos levam ao futuro.
Créditos: https://lucyphillips.wordpress.com/2014/05/11/still-from-a-scene-in-clockwork-orange/
Os elementos visuais são muito horroshow! Há muitas formas geométricas, cores vibrantes, elementos fálicos por todo o canto. Parece um constante delírio que combina muito bem com o roteiro.
A trilha sonora é perfeita! Cria um ambiente de tensão, humor, loucura e reflexão, de acordo com a cena. O Alex é apaixonado por música, ponto importante para as consequências que o tratamento dele trouxe. Em uma das minhas cenas favoritas, onde fica totalmente claro o grau de psicopatia desse cara, a música cantada é parte fundamental:

Bem galera, espero que tenham apreciado a primeira resenha que faço para este blog. Se já assistiram e/ou leram Laranja mecânica fiquem à vontade para contar suas impressões.





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21 de fev. de 2016

Book Tag - Os 5 Sentidos

Como vocês já devem ter percebido, eu sou a louca das Book Tags, sempre que vejo uma, corro para fazer. A de hoje eu vi no Saboreando as Estrelas. Ela nos convida a relacionar 5 livros com os nossos 5 sentidos. Preparados?


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19 de fev. de 2016

Resenha #13: O despertar do príncipe – Colleen Houck




Título: O despertar do príncipe
Série: Deuses do Egito
Editora: Arqueiro
Páginas: 377
Ano: 2015
Classificação: 


Sinopse: Aos 17 anos, Liliana Young tem uma vida aparentemente invejável. Ela mora em um luxuoso hotel de Nova York com os pais ricos e bem-sucedidos, só usa roupas de grife, recebe uma generosa mesada e tem liberdade para explorar a cidade. 
Mas para isso ela precisa seguir algumas regras: só tirar notas altas no colégio, apresentar-se adequadamente nas festas com os pais e fazer amizade apenas com quem eles aprovarem. 
Um dia, na seção egípcia do Metropolitan Museum of Art, Lily está pensando numa maneira de convencer os pais a deixá-la escolher a própria carreira quando uma figura espantosa cruza seu caminho: uma múmia — na verdade, um príncipe egípcio com poderes divinos que acaba de despertar de um sono de mil anos. 
A partir daí, a vida solitária e super-regrada de Lily sofre uma reviravolta. Uma força irresistível a leva a seguir o príncipe Amon até o Vale dos Reis, no Egito, em busca de seus outros dois irmãos adormecidos, numa luta contra o tempo para realizar a cerimônia que é a última esperança para salvar a humanidade do maligno deus Seth. 

Arriba, meus muchachos e queridos leitores do ER! Está todo mundo na paz e na alegria? Espero que sim! Eu queria antes de tudo fazer um pedido de desculpas com uma justificativa... Eu sempre posto de quinta-feira aqui no ER, mas, infelizmente, eu não pude postar semana passada. Minhas aulas começaram justo na quinta-feira e aí a semana vira aqueeeela loucura, né?! Mesmo demorando um pouquinho, cá estou para a nossa alegria! 

O que falar de O despertar do  príncipe? Esse livro é perfeito, é lindo, é sensacional, é de encher os olhos de lágrimas e de suspirar muuuuuuito. Acho que é mal de toda Colleen vir ao mundo para destruir nossos fracos corações. 
A Liliana é uma personagem incrível. Ela cresceu num mundo rodeado de luxo e sempre teve tudo o que queria. Mas não pense que é simples e fácil, não! Lily precisa merecer tudo isso, como por exemplo: tirando apenas notas máximas na escola, ser amiga de quem os pais querem e manter a aparência impecável nas festas de gente chique que a família dela frequenta. E sabem por que é difícil? Porque Lily não é esnobe. Ela é humilde, não conta vantagem com nada e não se sente confortável com todo esse luxo que sua vida é. Além disso, ela adora ir ao Metropolitan Museum of Art em Nova York para poder estudar sem interferências do mundo exterior. O dia que Lily resolve visitar a nova seção egípcia, ela não esperava que sua vida fosse mudar de uma hora para outra.
Logo após escutar a alguns barulhos estranhos, ela percebe que o sarcófago que estava ma seção estava vazio e haviam pegadas na serragem de outra pessoa. Mas como, se ela estava sozinha??? De repente, DO NADA, uma múmia aparece. Imagine no susto que a garota não levou ao ver um ser milenário de pé ma frente dela! hahaha. MAAAAAS, não se precipitem! Essa múmia se tornará o amor de suas vidas! 

Amon —  a múmia do Museu — é um dos três príncipes egípcios que possuem poderes divinos e despertam a cada mil anos a fim de salvar toda a humanidade do terrível deus Seth, o Obscuro. Amon desperta em Nova York, num mundo repleto de tecnologia e bem diferente de mil anos atrás. Ele logo dá de cara com a Lily — que por sinal está mais assustada do que eu vendo filme de terror. O príncipe não encontra seus Vasos da Morte que contém seus órgãos, portanto ele precisa da força vital da Lily para poder sobreviver e ter energia o suficiente para poder despertar seus dois irmãos e realizar a cerimônia. 
Lily tenta ajudá-lo a encontrar os outros príncipes, mas eles não estão em Nova York, e sim lá no Egito. Amon não pode ir sozinho, pois precisa de Lily para recuperar suas energias. Então, eles embarcam para a terra dos faraós e uma aventura eletrizante se inicia. A partir daqui, a estória fica repleta de ação. Amon usa seus poderes para salvar Lily e ele é um fofo com um altruísmo impressionante. É impossível não amá-lo! AMON, WILL YOU MARRY ME???? E o que dizer do romance? Não é uma daquelas coisas chatas e melosas, não! A autora soube mesclar tão bem a ação com a paixão que eu quero chorar!! Tudo neste livro foi feito na dose certa. 
Colleen Houck nos traz uma estória tão contagiante e emocionante que torna-se impossível de colocar o livro de lado. Você vai ler, ler, ler e quando perceber, já está no final. E por falar nisso... Que final foi esse??? Eu quero a continuação o mais rápido possível, ok Editora Arqueiro??? 


Então leiam e encantem-se com Amon e Lily nessa jornada recheada de aventura, ação, humor e altruísmo. 
Um beijo e um queijo, Nina. 



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14 de fev. de 2016

As 5 piores adaptações da literatura (na minha opinião)

Quem nunca sofreu com a espera de uma adaptação, divulgou para meio mundo que seu livro favorito viraria filme, e acabou saindo da sala de cinema cuspindo marimbondos e xingando toda a equipe que trabalhou na película?
Separei aqui cinco livros que me fizeram sofrer no quesito adaptação.

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