Pouco me importa o que os outros vão pensar de mim
No bate apanha desta vida pude compreender
Que o meu lugar é bem pertinho de você...
Toc, Toc... Tem alguém por aí?
Não, isso não é um teste e nem uma miragem! O ER está de volta após um pouco mais de três anos em hiatus com um novo layout interativo, limpo e prontinho para você!
Olá pra vocês de novo, pessoas lindas! Eu sou uma pessoa que AMA filmes, confesso que sou meio exigente nisso, principalmente quando fica para minha esposa escolher um pra nós vermos... Quem sempre tem que escolher sou EU. Isso é chato, eu sei, e pretendo mudar isso. Portanto, estou aceitando que ela me mostre seus filmes favoritos (clássicos e atuais) para que eu possa aparecer por aqui e resenhenhá-los! Assim como esse, que foi indicação dela! Minha indicação de hoje é algo extremamente emocionante, eu tenho certeza de que muitos vão adorar e derramar lágrimas ao final. Let's go:
Direção: Martin Brest
Produção: Martin Brest
Gênero: Drama
Tempo de duração: 156 minutos
Ano: 1992
País: Estados Unidos
Estúdio: Universal Pictures/City Light Films
Prêmios: Oscar melhor ator (Al Pacino); Globo de Ouro de melhor filme-drama, melhor roteiro e melhor ator-drama (Al Pacino)
Perfume de Mulher (Scent of a Woman), é um filme estadunidense de 1992, que conta com a atuação de um dos meus atores favoritos, Al Pacino. Perfume de Mulher trata-se de um militar cego e aposentado, o tenente-coronel Frank Slade, e de um jovem estudante, Charlie Simms; ambos passando por momentos difíceis na vida que se encontram e... Melhor eu ficar quietinha, já que após essa parte, a história se torna a coisa mais linda que eu já vi. Well, os temas abordados nesse filme são: integridade, caráter, os princípios de cada um, liderança, ombridade, e posso acrescentar um pouco de assunto político, pessoal, culpa e vício. A verdade é que o homem portador de deficiência visual, encontra pela vida uma série de batalhas e situações difíceis pelas quais tem de passar. E pior, precisa escolher o que ele realmente deseja para si: "Devo entrar nessa batalha e viver decentemente ou me "fingir" doente?" Afinal, ser cego não quer dizer que você precise ficar numa cama por toda a vida.
O jovem Charlie é um rapaz paciente, bondoso, mas que por um acaso do destino - talvez? - precisa acompanhar o ex-militar Frank, que por milhares de vezes acaba chantageando o garoto para conseguir o que quer. Esse filme é bem complexo, é como se você olhasse para a tela e visse muito da vida real ali, talvez um pouco de cada um de nós. A arrogância... Sempre sendo o maior defeito do tenente-coronel Frank Slade... Mas ele não age assim de propósito, afinal, todos temos nossos demônios dentro de nós, não é? Todos sofremos, temos medo, principalmente se temos algum tipo de deficiência; seja visual, física ou mental. Porém, não podemos pensar nisso como "deficiência", e sim como um simples problema que você pode superar, tratar e etc, basta ter vontade para fazê-lo e seguir em frente.
Ah! Outro tema interessante... É sobre quando encontramos a falta de esperança na vida. Quando vimos que nada vale mais a pena, que tudo perdeu a graça... Nos atrapalhamos, fazemos besteira, nos encontramos presos em um quarto escuro onde as paredes estão se fechando rapidamente. Como seguir adiante? Como nos perdoar, entender que o passado muitas vezes nos culpa (sem termos a verdadeira culpa) e voltar a encontrar aquela fé em nós mesmos? Aquela esperança que nos faz achar saídas em um labirinto ou a luz no fim do túnel. Por mais difícil que pareça, sempre existe uma saída. A criatividade e a virtualidade de opções no mundo estão por aí, flutuando em sua frente... Melhor, estão bem aqui dentro de cada um de nós - quietas, esperando que você clique na opção "saída para uma vida melhor", indicada em alguma caixinha em nossa mente desse sistema infinito que somos nós mesmos. É assim, que o tenente-coronel Frank Slade passa a pensar - de forma muito imperceptível -, após conhecer o jovem estudante que deseja conseguir dinheiro para pagar suas dívidas com a escola. Se você algum dia já se perguntou ou ainda pergunta: "O que caráter e princípios tem a ver com ter esperança e coragem para seguir em frente na vida?"... Bem, isso é uma pergunta que só um filme tão profundamente sensível como Perfume de Mulher poderia tentar responder com beleza e, o melhor, com tango! O grande tenente-coronel só desejava ter uma semana inesquecível... E ele ganhou muito mais do que isso!
Perfume de Mulher relata muito sobre ser quem você é com todo coração... Não importa o seu problema, você pode fazer o que quiser, desde que aproveite sua vida da melhor maneira. Seja com alguém dirigindo um carro em alta velocidade para você ou seja dançando tango após tanto tempo com uma bela moça... Ou apenas se divertindo com um rapaz que, no final, acaba se tornando um grande amigo seu. Para ser sincera, não tem muito o que falar sobre esse filme... Quando penso em resenhá-lo, a única coisa que me vem é a vontade de chorar por ficar emocionada com uma história tão forte e bela. Abordei bem os temas do filme, mas preferi deixar algumas coisas no ar para atiçar a curiosidade de alguns que não o viram ainda. É um grande clássico... E clássicos são dignos de nossos corações e aplausos! Lhes deixo com essa resenha tímida que fiz e espero do fundo do coração, que parem e assistam esse filme (para quem não conhece). Lembrando que: existem outros sentidos além da visão, devemos aproveitá-los o máximo! Beijinhos de luz, tenham uma tarde excelente e aqui segue o trailer (o único que achei):
Não sei quanto a você, mas sou uma pessoa complicada. Acordo todos os
dias já pensando no que vai acontecer no dia seguinte e porque não fiz algo
diferente no dia de ontem. Uma cabeça inundada em porquês que em 99% das vezes
ou ficarão sem resposta alguma ou vão gerar outros em uma cadeia que nunca vai
ter fim. E sabe o que é o pior? Apenas você pode responder cada um deles, por
mais que não admita isso e que prefira que os outros o façam (uma questão de
necessidade afetiva).
Mas falando em necessidade afetiva, recentemente após mais uma
desilusão com alguém que eu havia jurado ser o cara certo, me dei conta de que
estava é fazendo uma bela burrada.
Não por dar tamanha importância a alguém que não devolveu o mesmo a
mim, mas por delegar a mim mesma essa necessidade de ter alguém para ser feliz.
E quantas pessoas sobrevivem todos os dias com essa filosofia e ideologia!
Descobri a pouco tempo que posso amar meu corpo e cada imperfeição que
tem nele. Cada estria que forma um caminho diferente, cada celulite que forma
ondas como o mar embaixo dos dedos que passam por ela, a flacidez dos quilos
perdidos que é deliciosa de apertar, meu cabelo cacheado que forma molas
divertidíssimas de brincar, e etc, etc, etc.
E a parte mais bacana de me amar, foi descobrir que posso ser alguém
totalmente diferente. Posso ser sensual, divertida, atrevida, discreta, tímida,
e o que mais quiser. Porque é o meu corpo e me dou bem com ele. Aprendi a
lidar!
Descobri na pele que aquela história de que “quando você começar a
gostar de você, os outros vão gostar também” é a mais pura verdade (me recusava
a creditar!). Se me permite a sinceridade, vivi e estou vivendo alguns dos
momentos mais intensos e felizes da minha vida depois que passei a me respeitar,
pois acima de pessoas que gostam de mim ou me amam, comecei a atrair pessoas
que me fazem e me fizeram bem. Pessoas que me trouxeram luz e inclusive,
algumas responsáveis por fazer com que me sinta tão mulher.
Notou que em momento nenhum citei um homem? (Ou mulher, afinal esse texto serve para todo mundo - héteros, gays, lésbicas, transexuais, bissexuais, e todas as denominações e classes possíveis e existentes!)
Não precisei de um.
Significa que não preciso? Não disse e nem digo isso.
Mas sei agora que meu mundo não gira em torno dos outros e sim em
torno de um sistema solar próprio. E produzo meu próprio calor. Eu brilho por
si só. Eu aqueço e emano esse calor. Eu acendo os corações e os desejos. Porque
eu me amo e sou capaz disso e do que mais eu quiser.
Estou sim chateada por ter perdido um alguém. Mas esse alguém nunca
chegou a ser meu... Não vou morrer hoje ou amanhã por isso, e muito menos minha
vida precisa parar enquanto ele (ou ela, para você) passa e eu fico.
Hoje, sendo quem sou, sou eu quem passo e me acompanhe quem
quiser.
Durante esses dias que por
motivos de força maior tive de me ausentar daqui, me peguei pensando bastante
nos livros da minha estante que esse ano comecei e deixei de lado.
Pensei em como se escreve muito
sobre resenhas finais, sobre livros lidos até sua ultima letra carimbada na
ponta da orelha direita, sendo ele bom ou péssimo, mas quase ninguém fala
desses que estão esperando por sua conclusão. Falam quando criam coragem e o
fazem.
Então criei essa TAG: APOSENTEI UM LIVRO!
Não sou uma cobra maléfica que
abandona todos os livros, me sinto péssima fazendo isso por sinal, mas me vi em
uma situação engraçada onde os livros que deixei foram alguns dos mais bem
quistos por vocês.