Título: A Última Carta de Amor
Editora: Intrínseca 
Páginas: 378
Ano: 2016 (2ª Edição)
Classificação: 



Sinopse: Londres, 1960. Ao acordar em um hospital após um acidente de carro, Jennifer Stirling não consegue se lembrar de nada. De volta à casa com o marido, ela tenta, em vão, recuperar a memória de sua antiga vida. Por mais que todos à sua volta pareçam atenciosos e amáveis, Jennifer falta alguma coisa. É então que ela descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas apenas por “B”, e percebe que não só estava vivendo um romance fora do casamento como também parecia disposta a arriscar tudo para ficar com seu amante. Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Haworth encontra uma dessas cartas endereçadas a Jennifer durante uma pesquisa nos arquivos do jornal em que trabalhava. Obcecada com a ideia de reunir os protagonistas desse amor proibido — em parte porque ela mesma está envolvida com um homem casado —, Ellie começa a procurar “B”, sem desconfiar que, ao fazer isso, talvez encontre uma solução para os problemas do seu próprio relacionamento.


Olá leitores do ER, tudo bem com vocês? Espero que sim!!!
Sabe quando terminamos um livro e já queremos conversar com alguém sobre ele? Pois é o que está acontecendo comigo neste momento rsrs. 
Terminei a leitura de A Última Carta de Amor da Jojo Moyes neste instante e já quis vir correndo aqui escrever sobre ele.
Este foi o primeiro romance escrito pela autora e acredito que por isso encontrei algumas coisas que me incomodaram bastante durante a leitura, mas, escolhi dar 5 estrelas pois a essência da história é fantástica e vale a pena ser lida.

Começamos o livro conhecendo a história da (chatinha) jornalista Ellie Haworth, que tem uma vida um tanto quanto "infeliz" por ter um relacionamento com um homem casado. 
Acontece que certo dia ela encontra uma pasta com cartas de amor no jornal onde trabalha e então somos levados a conhecer a a segunda história contada no livro, a da Jennifer Stirling, uma mulher forte e decidida, porém, oprimida pelo machismo da década de 60. 

Ellie se envolve emocionalmente nestas cartas que achou, algumas pessoas até acham que ela não consegue mais viver sem pensar nisso 24 horas por dia. 

O ponto fraco do livro na minha opinião é essa jornalista. Ela não confia nela mesmo e não consegue 
tomar decisões sobre a sua própria vida, ela me incomodou bastante. E, se me permitem, acredito que a história dela estar contida no livro não faz diferença pra mim. Se o livro contasse apenas sobre a Jennifer, com certeza ele seria favoritado. 


Apesar de tudo, recomendo tremendamente a leitura deste livro. E se algum de vocês já tenham lido, gostaria de saber se concordam comigo. (fico aguardando comentários, ok?)

E por hoje é só pessoal, espero que tenham curtido. 
Não deixem de seguir as próximas postagens do blog :)
Um beijão!





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